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Algumas reflexões sobre publicidade na internet

sem comentários

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O Renato Shirakashi escreveu em seu blog um post intitulado “Internet não combina com publicidade” e no qual eu escrevi um comentário, que acabou ficando grande demais. Depois disso fiquei refletindo um pouco sobre o assunto e resolvi escrever aqui no blog sobre a mudança de foco que os anunciantes têm ao anunciar na Web.

Bom, quando os anunciantes fazem propaganda em rádio e tv não há a possibilidade da audiência comprar o produto naquela hora mas os anunciantes não se preocupam com isso, os objetivos deles é construir uma marca, associar a marca a certos eventos e programas, fazer o consumidor lembrar deles quando entrar numa loja pra comprar algum produto que eles vendem.

Agora, na internet existe a possibilidade do consumidor comprar ou saber mais sobre o produto, a propaganda é interativa. Repetindo, existe a possibilidade, não quer dizer que os anunciantes não possam também querer construir uma marca usando a internet, associá-la com sites de alta tecnologia e ir atrás de todos os outros objetivos que elas procuram no rádio e na tv. Mas o problema é que quando se anuncia na internet existe o desejo de retorno imediato. O pagamento por clique ou por ação foi bom porque trouxe para a internet anunciantes que eram céticos em relação a mesma porém as possibilidades da internet não se esgotam ai.

Escrito por tomas

10 Outubro, 2008 em 6:07

Publicado em Perdido

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Resenha do livro Por Dentro da Bolha

com um comentário

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Acabo de ler o livro “Por dentro da Bolha”, do Paulo Veras e que foi publicado pela EI – Edições Inteligentes em co-edição com o Sebrae. O livro conta a história de uma empresa montada entre 1995 e 1996 pelo autor e mais três sócios, a Tesla, que sobreviveu ao estouro da bolha e existe até hoje.

 

O autor conta os estágios iniciais da empresa, explica como era o mercado de ações de empresas “pontocom” na época das supervalorizações. Fala das fusões bilionárias, do enriquecimento rápido que ouve aquela época e por fim o estouro da bolha. Além é claro de detalhes e “segredos” só poderiam ter sido contados por quem esteve dentro do “furacão” como é o caso do Paulo Veras.

 

O livro é muito bem escrito o que o torna uma agradável e rápida leitura (o li em poucas horas). Obrigatório para quem gosta de negócios, tecnologia e quer entender o fenômeno da web na perspectiva de negócios e não deseja cometer os erros que cometidos no passado.

Escrito por tomas

16 Fevereiro, 2008 em 6:31

Publicado em Dica, Negócios, Startups, Web

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Opensocial desvelado

com 8 comentários

Disseram que o Google perdeu a guerra pelo Facebook ao ser anunciada a compra de uma parcela do mesmo pela Microsoft. Mas o que ninguém esperava, nem a Microsoft, era que o Google não estava competindo com ela para ver quem ia ficar com o Facebook.

Ao invés disso o Google estava planejando uma alternativa mais aberta, livre e atraente tanto para desenvolvedores quanto para websites e consumidores, o OpenSocial.

Veja os motivos:

Porque é bom para os desenvolvedores?

Com a criação cada vez maior de redes sociais e a possibilidade de criar aplicações para as mesmas os desenvolvedores geralmente têm que escolher para qual rede social ele irá escrever suas aplicações. Ou então ele terá que escrever uma versão da aplicação para cada rede social que ele disponibilizá-la.
 
Isso significa gastos de tempo para aprendizado e reescrita de código ou gasto com contratação de pessoal para portar a sua aplicação.

Com o OpenSocial o Google pretende disponibilizar uma API com a qual os desenvolvedores poderão escrever códigos que irão funcionar em uma variedade grande de redes sociais, ou seja, “learn once, run everywhere” ou o “write once, run everywhere” do Java, só que para a Web.

Porque é bom para os sites?

Virtualmente qualquer site poderá rodar aplicações do OpenSocial, basta o mesmo seguir algumas diretrizes como implementar a chamada SPI (OpenSocial Service Provider Interface).

Uma vez feita essa implementação o site terá um número muito grande de desenvolvedores que poderão estender as funcionalidades do mesmo.

Porque é bom para os consumidores?

O pessoal do Google responde a essa pergunta dizendo que é “mais mais mais”, o que significa: mais interatividade, mais aplicações em mais redes sociais.

Ou seja, o usuário terá mais interatividade, pois existirão mais desenvolvedores e mais aplicações e em maior número de redes sociais das quais o mesmo participa.
 
E agora, qual o próximo passo?

Bom, para os desenvolvedores e consumidores o próximo passo é esperar que primeiros sites afiliados já comecem a implementar a SPI de forma escalável para que o Google possa começar a brincadeira.

O Orkut disse que irá disponibilizar em breve uma sandbox para que os desenvolvedores e usuários possam começar a utilizar o OpenSocial.

É isso, depois de ruminar um pouco sobre o OpenSocial eu escrevi este texto que espero que seja esclarecedor a todos, espero também que este seja o primeiro de uma série de posts sobre o mesmo só que os próximos terão um caráter mais técnico que este.

Escrito por tomas

3 Novembro, 2007 em 4:03